Corrimento vaginal

 
 
 
Vamos entender um pouco sobre os corrimentos que tanto nos 
incomodam e nos assustam?


O corrimento na mulher pode ser de caráter fisiológico ou patológico.

🔹Fisiológico: gravidez, variação de ciclo menstrual, estímulo sexual e esmegma.

🔹Patológico: Na VULVA: candidíase, tricomoníase, herpes, traumatismo físico ou químico. Na URETRA: clamídia, gonorréia, infecção inespecífica, tricomoníase, secundário a lesões intra-uretrais, secundário a infecções do trato urinário.

Na VAGINA: vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase, corpo estranho e alterações senis.

No COLO UTERINO: clamídia, gonorréia, cervicite inespecífica, herpes, erosão ou pólipo,secundário a lesões supracervicais e dispositivo intra-uterino(DIU).

DICAS PARA EVITAR CORRIMENTOS VAGINAIS

Nem sempre o corrimento é um sinal de DST ou maus hábitos. Tudo que aumenta o calor e a umidade dentro da vagina pode predispor a um aumento do corrimento.

Portanto, algumas medidas podem evitar que isso ocorra:

- Usar calcinhas de algodão (o algodão tende a esquentar menos que os tecidos sintéticos e, por isso, o fungo ou bactéria têm menor tendência de se proliferar);
- Utilizar sabonetes íntimos diariamente no banho (eles ajudam a manter a flora vaginal normal equilibrada), 1 única vez ao dia e aquele indicado pelo seu médico;
- Não usar roupas apertadas, pois elas aumentam o calor e tornam a vagina um bom meio de proliferação dos fungos e bactérias;
- Não deixar a calcinha pendurada no banheiro (isso pode estimular a proliferação dos fungos e bactérias na calcinha);
- Secar bem os pelos da vulva, pois isso ajuda a diminuir a umidade desta região.
- Manter a flora intestinal equilibrada.
- Criar o hábito de fazer xixi depois das relações sexuais para limpar o trato urinário.
- Reduzir o uso de amaciante e água sanitária e lavar as calcinhas com sabonete neutro.
E sempre manter as visitas ao ginecologista em dia.
 

 

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